Avaliação e Sugestões

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Bom, neste post falaremos um pouco da nossa avaliação e algumas sugestões que temos para o MNM. Como já da pra prever pelos nossos posts anteriores, avaliamos o projeto de maneira bem positiva, já que acrescentou experiências únicas em nossas vidas. Vemos que cada parte do projeto foi essencial, o blog, a ”exploração” em São Paulo, o documentário, tudo inédito e positivo. O blog nos fez começar a escrever mais, melhorando a nossa escrita, mesmo que escrevamos de uma maneira um pouco mais informal aqui, mas escrita é prática então ajuda bastante. O blog, junto com o documentário, nos fez ter de ir atrás de informações também, só que desta vez de um assunto que realmente nos interessa, o que é algo difícil, digamos, rs. E, a parte de ir conhecer melhor São Paulo foi muito legal também já que, além do óbvio (conhecer São Paulo melhor) nós também conhecemos diversas pessoas novas, e tivemos nossas primeiras experiências entrevistando pessoas, que também foi muito positivo. Como sugestão, eu diria que como nós temos que estar disponíveis no horário do entrevistado, pode acontecer (e aconteceu) de o entrevistado só estar disponível quando temos uma aula, por exemplo, e com prova. Por isso, pensei que seria algo bem positivo se pudéssemos não ter que pagar pela substitutiva, especialmente por ser em torno de 70 reais, o que não é barato. Além disso, alguma oficina de edição de documentários poderia ser bem interessante, e pode ajudar os próximos mobilianos na metrópole no ano que vem. E é isso, até a próxima!

Faríamos algo de diferente em nosso documentário se pudéssemos voltar no tempo? – Grupo

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Bom, como ja diz o título, viemos aqui hoje para discutir se algo de diferente seria feito em nosso documentário após termos terminado sua produção. Pensamos que a organização do grupo foi absolutamente horrível, o que fez com que nosso documentário ficasse pronto 1 hora antes do prazo estipulado por nossos professores, ou seja, a organização é algo que poderia ser extremamente melhorada durante a produção de nosso vídeo. Isso faria por exemplo com que pudéssemos revisar todas as partes do vídeo que não ficaram perfeitas. Além disso, com mais organização, fácilmente poderíamos ter melhorado a qualidade desse, colocando por exemplo falas nossas que melhorariam o conteúdo presente e também melhorariam a integridade do documentário. Acreditamos que esse foi o nosso maior problema durante o planejamento do vídeo.

Em relação ao tema e como ele foi abordado em nosso documentário, pensamos que realmente não há o que mudar, simplesmente porque os recortes feitos pelo André (quem editou nosso documentário), mostram exatamente o nosso ponto de vista sobre o tema grafite e pichação e de que maneira as pessoas deveriam olhar para esse tipo de arte na cidade de São Paulo. Sobre o documentário em geral, pensamos que ele poderia ser melhorado de infinitas formas, de forma que a qualidade do som e das filmagens também fosse melhorada. É claro que nós não somos profissionais quando se trata de produzir um vídeo de 10 minutos muito complicado como foi o que fizémos, porém, ficamos satisfeitos com o resultado final. Esperamos que vocês leitores também tenham gostado muito desse vídeo.

Infelizmente não podemos voltar no tempo e mudar nossa maneira de se organizar, principalmente as entrevistas que fizémos. Dessa maneira nos despedimos de vocês leitores, esperamos que tenham gostado de nosso tema e principalmente de nosso minidocumentário. Até mais.

Minha relação com São Paulo após o MNM – Nathan Jettar

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Acredito que minha relação com a cidade de São Paulo mudou muito após passar 3 dias no centro. Não só os 3 dias mas o projeto todo do MNM ao longo do ano. Apesar de eu conhecer São Paulo, o projeto e os 3 dias solto na cidade me fizeram pensar muito sobre o quanto eu ainda tenho que aprender sobre essa cidade que hoje abriga milhões de pessoas. Isso principalmente na questão social. É impressionante como o ritmo da cidade é acelerado e faz com que as pessoas nem olhem no rosto umas das outras. Outro fato que é recorrente é o fato das pessoas nem se cumprimentarem na rua, nem que seja com um simples bom dia. Aprendi muito com a cidade e acredito que hoje participo muito mais de eventos que sempre estão ocorrendo em todos os fins de semana do ano. Além disso, nos dias de hoje com todo esse projeto que fez parte da minha vida por um ano inteiro e, ainda será muito importante, sinto que faço muito mais parte da cidade do que antes desse projeto iniciar. O Móbile na Metrópole é um projeto que nos faz olhar de uma maneira diferente para a cidade, de modo que nos faça enxergar coisas que antes pareciam invisíveis. Por exemplo eu ja havia ido com minha antiga escola no 9º ano do ensino fundamental visitar o centro da cidade de São Paulo e, sinceramente, a experiência nao chegou nem aos pés do que foi esse projeto tão importante. Hoje penso que se nosso tema fosse diferente, eu não teria a mesma imagem do projeto que eu tenho hoje. Acredito que o tema grafite e pichação foram essenciais para a criação de nosso blog e também da evolução do nosso processo de desenvolvimento como seres humanos.

Minha relação com a cidade de São Paulo – André Castello Branco

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Hoje, estou aqui para falar como minha relação com a cidade de São Paulo mudou durante o estudo do meio e durante o processo de desenvolvimento do blog o do documentário. Primeiramente, com o estudo do meio, fui a lugares muito distantes dos que convivo diariamente, lugares que eu sequer afirmaria que faziam parte da cidade. Essa experiência abriu os meus olhos em relação as diferentes realidades existentes em uma diferença de espaço tão pequena. Assim como, me senti como se estivesse abrindo uma caixinha de surpresas, descobrindo e reinventado essa, a qual se chama São Paulo. No entanto, creio que essas foram as mudanças drásticas que ocorreram em relação com a minha perspectiva em relação à cidade, pois durante o desenvolvimento documentário, como grande parte das imagens e entrevistas gravadas se decorriam em espaços comuns a nossa vivência no dia a dia, creio que minha perspectiva permaneceu a mesma.

Relação com São Paulo após os três dias – Matheus

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Olá galera, to aqui de novo, mas dessa vez para contar um pouco sobre o que eu acredito que tenha mudado na minha relação com São Paulo após os três dias mergulhado na cidade. Bom, acho que a maior mudança foi com o transporte. Durante o estudo do meio eu aprendi que o transporte publico não só é viável, como bastante eficiente para algumas situações, e sinceramente eu agradeço muito por ter aprendido a usar ele de forma efetiva.

Outra coisa que mudou foi minha percepção às intervenções urbanas, não sei se pelo meu tema ou pelo roteiro artístico que tive nessa ”viagem”, mas para mim é bem bacana poder ver a cidade com outros olhos, deixando ela muito menos chata e cinza, acho que exercitei muito essa percepção durante a viagem.

Uma das coisas mais loucas desses três dias, fugindo um pouco do tema, é que parecia mesmo uma viagem para um lugar novo, mas eu passava por lugares que já tinha ido e ruas que já ouvi falar, não sei. Foi estranho.

Bom, eu não tenho muito o que dizer, acho que é difícil passar uma relação para palavras, só quem participa dela vai entender, então vou deixando o post por aqui. Obrigado a todos que leram.

Minha relação com SP – Cauê

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Bom dia / boa tarde / boa noite!
Talvez o objetivo mais explícito do projeto seja o maior conhecimento e relacionamento com a cidade. Conhecemos, como grupo, um mais da realidade da cidade: suas variedades, sua desigualdade, sua grandeza. Vimos pessoalmente monumentos, prédios, avenidas, estabelecimentos e intervenções que normalmente vemos somente na televisão (quando vemos). Com um tema específico, fomos naturalmente forçados a prestarmos mais atenção na cidade, em busca de material ou informação a respeito. No meu caso, ao passar pela 23 de maio, passei a levantar a cabeça e prestar atenção em cada grafite pintado, o que tornou-se um hábito durante todo o trajeto pelas vias urbanas.
A observação não limita-se somente às intervenções desse tipo, mas também passa a transcender esse aspecto. Com o conhecimento que adquiri acompanhando trabalhos de colegas, passei a prestar mais atenção em diversos outros elementos cotidianos: a presença de food trucks, a ação de vendedores ambulantes, a quantidade de cachorros de rua, etc. Não posso negar que após o projeto passei a notar e entender mais os detalhes da cidade, o que mudou positivamente minha relação com SP.
Contudo, embora observando e entendendo mais a cidade, acredito que essa mudança só pôde ser feita em uma parte pequena de SP. Garanto que conheci mais o centro e só. Não posso dizer que conheci, durante o Estudo do Meio, regiões da cidade as quais não conheceria em situações “normais” para um aluno Móbile. Não conheci a periferia, não conheci as diferentes zonas da cidade e suas diferenças.
Sendo assim, concluo que no aspecto social e cultural aprendi muito mais do que no físico e geográfico. Os blogs contribuíram muito mais intensamente para a mudança no relacionamento com a cidade do que o estudo do meio em si.
E é isso, pessoal! Absss

Relação com a cidade – Rafael

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Olá novamente! Neste post falarei um pouco da nova relação que eu estabeleci com a cidade após este projeto do MNM. Gostaria de começar dizendo que este projeto abriu meus olhos para muitos lugares ou coisas que eu nunca tinha ido antes ou sequer sabia da existência, então eu tive aquele sentimento de descobrir diversas coisas novas, mesmo vivendo nessa cidade desde que eu nasci. Penso que, agora, eu tenho muito mais noção do que ocorre por aqui. De eventos que acontecem, lugares interessantes, rotina de vida de pessoas que trabalham no centro, a dificuldade e estresse que as pessoas que usam o transporte público passam (além de ver que tenho muito pouco senso de localização, já que dependi muito dos outros integrantes do grupo para pegar o ônibus/metrô certo). E além de tudo isso, é claro, visitei diversos lugares relacionados ao grafite e pichações que eu curti muito, tendo então a clareza que a nossa escolha de tema foi a mais interessante possível, pelo menos para mim. Acho que, agora, eu sinto que entendo a cidade em que eu vivo, não tendo mais a relação de antes, em que eu sentia que só os lugares que eu frequento/frequentava faziam parte de São Paulo, e o resto sendo algo muto distante. Assim, vejo que a experiência do MNM é muito boa para pessoas que, como eu, viviam em suas ”caixinhas”, distantes da cidade, aprendendo diversas coisas novas e estabalencendo essa nova relação com São Paulo.