Primeiras Impressões

Primeiras impressões – Cauê de Branco

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Sabe aquela estrutura de estudo do meio padrão que todos temos de viajar pro interior, ter uma parte do dia dedicada a registrar e outra a se divertir? Então, se foi sempre assim comigo até agora, esse ano vai ser diferente. Como imaginar um estudo do meio sem sair da cidade de São Paulo? E as roupas sujas, o futebol, a fogueira à noite? É por essas e outras que minhas reais primeiras impressões sobre o projeto foram negativas: continuaríamos na monotonia da cidade e, ao invés de relaxarmos um pouco, o cansaço predominaria. Contudo, após a apresentação do vídeo do projeto pela coordenação ( https://m.youtube.com/watch?v=ervkfhr8Ssw ), minhas primeiras impressões mudaram positivamente e hoje minhas primeiras – ou melhor, segundas impressões sobre o Móbile na Metrópole são positivas. Acho que, ao contrário do que pensei, não vamos ficar na monotonia de São Paulo e sim vamos descobrir que esta não é monótona, e essa descoberta vai ser feita de forma dinâmica e divertida, principalmente pelo fato de ser muito mais independente do que achei. Talvez descubramos que nos sujar, jogar futebol ou fazer fogueira à noite não seja tão importante assim num estudo do meio. Sendo assim, espero que o projeto corresponda às expectativas criadas, e que todos possamos conhecer melhor a cidade onde vivemos, mas pouco conhecemos.

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Primeiras Impressões do Projeto, André Castello Branco

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Estudo do meio. Quando me vem esta palavra, principalmente por causa da minha antiga escola, eu penso imediatamente em uma viagem para outro estado ou até para o interior. Uma viagem com o intuito de”aprender” mas que, na verdade, apenas nos divertimos. Tendo em vista isso, dois anos atrás, quando minha irmã mais velha estava no terceiro ano, ela chegou em casa e, com uma cara triste, deu a notícia de que o estudo do meio daquele ano seria no próprio centro de São Paulo. Neste momento, eu fiquei meio confuso, pensando por que o estudo do meio seria em São Paulo, na São Paulo em que vivemos e conhecemos desde pequenos. Aquela notícia gerou uma grande comoção em casa, e minha mãe, do jeito que ela sempre foi, foi “brigar” com os coordenadores na palestra de apresentação do projeto. Depois de tudo, a direção da escola não mudou a prosposta do passeio e lá foi a minha irmã ao centro da cidade. Depois de alguns dias ela voltou falando que aquela foi uma das melhores viagens com a escola que ela já tinha feito e minha mãe arrependida com o que tinha feito mandou uma carta de desculpas à escola.

Depois de dois anos, cá estou e com o que tenho escutado, e o que me lembro da minha irmã ter me falado, cada dia que passa, fico com uma maior vontade de ir para essa viagem e aproveitar o máximo que puder. Porém, a ideia do projeto de fazer um mini-documentário alem de outras coisas, como um blog, não me persuadiram tanto, pois acho que consumirão grande parte do meu tempo ao longo do ano, mas também acredito que quanto mais tempo passar mais vou ficar pessoalmente relacionado com o tema e essa “parte chata” vai se tornar um prazer.

Primeiras impressões do Móbile na Metrópole – Rafael Crocco

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2015 chegou, e um novo grande projeto também. Digo grande não por ser algo extremamente legal, que eu queria muito, mas sim porque este trabalho acompanhará a minha vida e a de outros 160 alunos até o 3º bimestre. Portanto, boa parte do meu tempo esse ano será dedicado a ele.

Não sei muito o que esperar do Móbile na Metrópole, já que todos os outros estudos do meio em que eu estive eram uma viagem a um hotel fazenda, com um bloquinho de anotações, e no fim apresentar um seminário. Dessa vez houve uma mudança bem drástica eu diria, tanto pelo local onde será o projeto (onde moramos) quanto pelo tempo do projeto, já que normalmente só durava um bimestre.

Embora não saiba muito o que esperar, gostei bastante da ideia de que apresentaremos no final um mini-documentário sobre algo que podemos escolher, e não simplesmente alguma coisa dada pelos professores.

Primeiras impressões do projeto – Nathan Jettar

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A primeira vez que ouvi que o estudo do meio do 2º ano seria para São Paulo, pensei em algo chato e que nao acrescentaria nada em minha vida, pois a maioria das pessoas acha que conhece São Paulo, assim como eu achava que conhecia, mas após a palestra feita pelos professores de humanas, percebi que nem eu conheço direito essa cidade imensa. Quando ouço as pessoas do 3º ano falando sobre o projeto, fico ansioso para a chegada de maio e de como será o desenvolvimento do projeto ao longo do ano. Acredito que os 3 dias que ficaremos no centro de São Paulo, a criação deste blog e depois o mini documentário que produziremos, serão uma experiência nova para mim e para o meu grupo, assim, espero que todos aproveitem esse projeto ao máximo.

Móbile na Metrópole – Primeira Impressão. Luiz Matheus

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    Para mim, o móbile na metrópole pode ser uma experiencia fraca ou forte, negativa ou positiva. Pensando positivo, é perceptivo que o segundo é o ano da mudança para os alunos, academicamente e culturalmente.

Academicamente, é exigido que inovemos nossos métodos de estudo, visando melhorar na argumentação, cálculos e na interpretação de enunciados (foi possível perceber isso pelas provas mensais). Culturalmente, a mudança tem tudo para ser ainda mais drástica, temos a agenda cultural, a qual proporciona ida a museus, peças e palestras em geral, mas acho que o Mobile na Metrópole é o grande marco desse projeto de mudança, conseguindo nos fazer olhar as mesmas coisas mas enxergar de maneira diferente, fornecendo um espaço onde podemos compartilhar com nossos amigos este estado de transição e ver como o projeto esta mudando a eles também, de alienados a pessoas com uma cabeça mais formada e uma visão de mundo diferenciada, nos tornando, além de mais inteligentes, pessoas mais interessantes e atraentes.

É claro que tudo o que disse até agora tem altas chances de ocorrer e estarei mais que disposto a absorver novas experiencias, mas também não posso ser otimista o tempo todo. Talvez, pensando negativamente, o gigantesco projeto que é o mobile na metrópole, que muda vidas, que é o melhor estudo do meio de todos, pode não me proporciona aquilo que meus professores e coordenadores estão esperando que proporcione, talvez a grande expectativa que estão colocando nas nossas cabeças não seja satisfeita pelo que esta por vir. A “visita” para a cidade que vejo desdo meu nascimento pode não ser algo muito empolgante quanto dizem que é, e o caos da metrópole me faça perceber o quanto eu era sortudo na época em que a Móbile, com os estudos do meio, me fornecia a tranquilidade de um hotel fazenda.